Segurança e privacidade
As garantias em uma página só — o que o Plenus não consegue fazer, mesmo que quisesse.
Esta página reúne, num lugar só, o que costuma ser perguntado por quem administra o servidor antes de autorizar a instalação. Nada aqui é novidade em relação ao resto da documentação — é o mesmo assunto, reunido para ser lido de uma vez.
O princípio é este: as garantias que valem são as que não dependem de nós cumprirmos uma promessa. Sempre que possível, quem impõe o limite é o seu Postgres ou a sua rede, não a nossa disciplina.
O agente não consegue escrever no seu ERP
Não porque ele evita — porque o banco recusa.
O usuário que o agente usa é criado por você, com
default_transaction_read_only, e toda transação dele nasce somente leitura.
Uma escrita não é bloqueada por uma verificação nossa: ela é recusada pelo
Postgres.
Mais: ao se instalar, o agente tenta escrever de propósito. Se conseguir, ele para e não completa a instalação. Uma permissão concedida a mais por engano vira uma instalação que falha, e não um risco que ninguém notou.
Nada de fora alcança o servidor da loja
Todo o tráfego é de saída. O agente não escuta em porta nenhuma, não exige porta aberta no firewall, não precisa de IP fixo nem de VPN.
Não existe endereço pelo qual alguém — nós inclusive — alcance o servidor da loja. Requisitos de rede
O agente não aceita consultas
Ele não é um túnel para o seu banco. Não há caminho pelo qual um pedido vindo de fora se transforme numa consulta arbitrária no ERP: o agente lê o que já está definido e envia. Comprometer o Plenus não daria a ninguém acesso de leitura ao seu banco.
O que sai da loja, e o que não sai
Sai
As colunas do histórico que a análise usa — vendas, compras, estoque, títulos, cadastros —, comprimidas e por conexão cifrada.
Não sai
A senha do usuário de leitura, a configuração do agente, e todas as tabelas e colunas fora da análise.
A senha do banco fica no servidor da loja e nunca sobe. Onde ela apareceria — na saída do comando de conferência — ela aparece mascarada; nos registros do agente, nunca aparece.
O espelho não é um backup do seu ERP e não serve como um. O que entra nele
Um cliente não alcança o outro
Cada fonte fica em espaço isolado. Duas redes nunca compartilham tabela — não é uma questão de filtrar corretamente na hora de responder: não há o que encontrar do lado do vizinho.
Dados pessoais
Um consultor externo não recebe nomes de pessoas físicas. A carteira de crediário chega a ele agregada.
E não se trata de esconder na tela: o dado que ele não pode ver não é enviado ao navegador dele. Ocultar na interface algo que já viajou até o cliente não é privacidade. Papéis e dados pessoais
Acesso das pessoas
- Ninguém define a senha de outra pessoa. O convite vai por link, e cada um escolhe a sua.
- Um administrador reenvia links, nunca senhas.
- Se alguém pedir a senha de um usuário, a resposta certa é reenviar o convite.
Atualizações do agente
O agente se atualiza sozinho — e é justamente por isso que ele confere três coisas antes de trocar de versão: que ela é mais nova, que o arquivo chegou íntegro e que foi mesmo assinada pelo Plenus. Falhando qualquer uma, ele não atualiza e segue rodando a versão atual.
Encerrar
Desinstalar o agente é um comando, e ele para de ler na hora. Comandos do agente